Os Segredos da Basílica de São Pedro (1.ª Edição) Saldo dos Comentários ao Livro/Vendedor: Neutro

R.A.Scotti
Casa das Letras
9789724619521
Português
Um
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Páginas:276
Dimensões: 152 x 233 x 18 mm
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SINOPSE
Foi o esplendor e o escândalo do século, uma extraordinária proeza arquitectónica e uma profanação chocante. Em 1506, o tremendamente ambicioso papa renascentista Júlio II lançou a primeira pedra da nova Basílica de São Pedro, que acabaria por ser o acontecimento definidor de uma época gloriosa. Para construir a sua igreja magnificente, o impetuoso papa arrasou o santuário mais sagrado da Europa: a Basílica de São Pedro original, erigida pelo imperador Constantino mais de mil anos antes. O mundo cristão ficou indignado.
Numa prosa colorida e pungente, R. A. Scotti conduz-nos através da construção da nova basílica, um empreendimento que se estendeu ao longo de dois séculos tumultuosos e que ficou marcado por intrigas, tentativas de assassinato, uma acentuada decadência e um perverso saque da cidade de Roma. Antes de ter sido concluída, Henrique VIII casou-se seis vezes, Shakespeare escreveu todas as suas peças e o Mayflower chegou ao porto de Plymouth. Revoltado com os enormes custos da basílica, Martinho Lutero afixou as suas Noventa e Cinco Teses. Seguiram-se a Reforma e a Contra-Reforma, que destruíram a unidade da Igreja Cristã.
Não obstante, a basílica cresceu, e Roma cresceu com ela. Os papas que construíram a Basílica de São Pedro (entre os quais um rato de biblioteca, um burguês, um bastardo, um par de príncipes Médici, dois poetas, um soldado e um tratador de porcos) também encomendaram os fontanários, os palácios e as praças da Roma moderna. Esses exigentes pontífices conseguiram obter, por meio da adulação ou da imposição, as maiores obras dos gigantes do Renascimento e do Barroco: Miguel Ângelo e Bramante ¿ e o seu protegido, Rafael ¿ que competiam pela preferência de Júlio II. Se os actos de abertura do Renascimento foram levados a cabo em Florença, o fecho foi encenado em Roma, que renasceu das ruínas imperiais e se converteu no que Byron chamou «a cidade da alma». E o símbolo triunfal da Cidade Eterna passou a ser a nova Basílica de São Pedro.
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