A BANCA EM CONTESTAÇÃO Saldo dos Comentários ao Livro/Vendedor: Neutro

João de Sousa da Câmara
Edição do autor
Desconhecido
Português
Um
Usado
A BANCA EM CONTESTAÇÃO
João de Sousa da Câmara
Edição do autor
Lisboa – 1973
Páginas: 165
Dimensões: 185x130 mm.

Exemplar em muito bom estado, capa com ligeiras manchas, miolo limpo, como novo.
PREÇO: 13.00€
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Entrego em mão em Coimbra

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João de Sousa da Câmara é licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas. Até ao final da década de 80 foi chefe da área de estudos do Banco Totta & Aliança, mais tarde Banco Totta & Açores e atualmente Banco Santander Totta. Membro da Academia Portuguesa de História, é considerado por muitos o principal autor da história da banca em Portugal. Publicou cerca de 20 livros e várias dezenas de artigos em revistas e jornais nacionais e estrangeiros.
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ÍNDICE

Prólogo
Novos tempos bancários
A expansão geográfica da Banca
A Banca numa «Europa» sem fronteiras .
Serão desejáveis as concentrações bancárias?
Concentrações bancárias
Economia e Banca
Como melhorar a imagem do banqueiro?
Crédito aos estudantes e às profissões liberais
O melhor suporte da publicidade bancária
Será oportuno o humorismo na publicidade bancária?
O elogio da publicidade bancária
Drive by banks to attract masses
The development of Portugal´s Banca Comercial
Progress and prospects
Rapid advance of banking
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PRÓLOGO
Quando se fala em contestação bancária, não é possível esquecer o nome e a obra de Eça de Queirós. Com efeito, ninguém como o autor de A Cidade e as Serras deu ainda entre nós uma nota tão surpreendentemente fantasista como realista sobre o mundo da Banca. Dir-me-ão agora, talvez, os espiritos mais exigentes: mas o quê, as observações de Eça de Queirós sobre esta matéria não são defei- tuosas ou incompletas? Porventura conhe- ceu ele intimamente a actividade bancária? Não sei! Em todo o caso, quando se traça de uma forma tão nítida certas feições de certa Banca, de duas uma: ou o nosso Eça pode mesmo vé-las na realidade ou soube Balzac 1como adivinhá-las com rara felicidade. Somente, não lhe foi possivel produzir, à Imagem e semelhança da Comédia Humana de Balzac, todo um ciclo de vida completo, isto é, fazer reaparecer as suas velhas criações ao longo das suas novas produções. Mas podia um mestre perfeccionista como Eça de Queirós realizar esse supremo objectivo? Conseguiu, acaso, esse desiderato Flaubert? Lamenta-se, no entanto, que
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