O JOGO E O TRABALHO Episódios lúdico-festivos das antigas ocupações agrícolas e pastoris colectivas Saldo dos Comentários ao Livro/Vendedor: Neutro

Mário Cameira Serra
Edições Colibri
Desconhecido
Português
Um
Usado
O JOGO E O TRABALHO
Episódios lúdico-festivos das antigas ocupações agrícolas e pastoris colectivas
de Mário Cameira Serra r
ISBN: 977722970
Edição ou reimpressão: 04-2001
Editor: Edições Colibri
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 231 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 178
Classificação Temática: Ciências Sociais e Humanas > Antropologia

Exemplar usado em  bom estado, ligeiro desgaste no canto a lombada.

PREÇO: 6.00€
-----------------------------------------------------------
PRÉ-PAGAMENTO:
Transferência Bancária
MBWAY
PAYPAL
Custos de  envio:

OPÇÃO A : Envio em Correio Normal. (GRÁTIS )

OPÇÃO B :Envio em Correio Registado (1.75€)


Entrego em mão em Coimbra



Segundo livro de Mário Cameira Serra sobre jogos tradicionais da região foi apresentado na Festa do Livro
Afinal, «aquele copo de vinho» ou «aquela lengalenga» são muito mais que uma «zurrapa da pior espécie», são memórias de um povo apagadas pelo tempo. Esta tese é o ponto de partida do livro “Jogos Tradicionais ao Serão e na Taberna”, do professor Mário Cameira Serra, docente da Escola Superior de Educação da Guarda (ESEG) e especialista em etnografia local. Trata-se do segundo livro sobre jogos tradicionais, onde o autor aborda um tema «aparentemente contraditório, pois refere-se aos jogos que tradicionalmente se realizavam ao serão e no espaço da taberna, dois «contextos diferentes», sublinha.
O domínio mais privado era considerado «um tempo sagrado», explica Mário Cameira Serra, onde os mais velhos passavam aos mais novos todo o tipo de tradições orais, lúdicas e festivas. Funcionava também como um complemento do trabalho, na medida em que «as senhoras remendavam as meias e o calçado dos miúdos, as raparigas faziam renda ou preparavam o enxoval», enfim, práticas que estão em desuso na sociedade de consumo que ditou o «desaparecimento» do serão familiar, lamenta, apontando como principais culpados a televisão e a evolução natural da vida. Inversamente, no domínio público, a taberna, «não sendo um local tão sério, era um tempo mais dionisíaco», de convívio da sociedade masculina «à volta do copo de vinho». O próprio ambiente e, talvez, os vapores etílicos característicos daqueles locais faziam com que se recordassem muitas canções, ditos e lengalengas, «o que proporcionavam mil e um tipos de jogos aleatórios, geralmente para seleccionar o pagador da bebida», refere o investigador. Mas também era comum a existência de outros jogos tradicionais, como jogos de força, destreza e precisão, nomeadamente de lançamento de moedas. Jogos que caíram em desuso por todo o país e no esquecimento «em muitos casos». Para Mário Cameira Serra, como o tempo e o espaço tradicional «se extinguiram», designadamente o contexto do trabalho agrícola e da própria taberna, «é natural que os elementos culturais que neles estavam inseridos desa
Usado
Coimbra
6,00€
ARCA DOS LIVROS - Vasco Barra Oliveira
Para ver os contactos do vendedor deste livro,
inscreva-se agora gratuitamente
ou
entre na Bibliofeira