A Verdade e a Mentira na Revolução de Abril (A contra-revolução confessa-se) Saldo dos Comentários ao Livro/Vendedor: Neutro

Álvaro Cunhal
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9725502728
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A Verdade e a Mentira na Revolução de Abril
(A contra-revolução confessa-se)
Álvaro Cunhal
Edições Avante, 1999
Páginas: 325
ISBN: 9725502728

Livro em excelente estado, praticamente novo, sem marcas de uso.



1. Explicação

Na acção politica, a verdade constitui um valor identificador de uns e a mentira uma prática viciosa e sistemática de outros. Dos partidos e fora dos partidos.

Revelaram-se, na Revolução de Abril e na contra-revolução, como elementos característicos da identidade de cada partido e das suas diferenças. Também dos vários sectores militares.

A novidade, sobretudo a partir do 20º aniversário do 25 de Abril, é que, destruídas muitas das principais conquistas da Revolução e em vias de institucionalização os objectivos estratégicos contra-revolucionários já alcançados pela prática de sucessivos governos, as forças da contra-revolução e os seus protagonistas abriram-se em confissões.

Confissões individuais, abundantes e prolixas, soltas, incompletas, parciais e dispersas. Esclarecedoras também, seja cada uma por isso, seja quando, cerzidas as mil e umas peças do puzzle, se completam umas ás outras.

Valiosas para a história da Revolução de Abril e da contra-revolução. Valiosas para que conheçam e reconheçam verdades sempre afirmadas pelo PCP, então desmentidas pelas mentiras da contra-revolução.

Dai a ideia deste ensaio: A verdade e a mentira na Revolução de Abril(A contra-revolução confessa-se)
2. A História Escrita e a Verdade Histórica

Quem escreve História tem naturalmente conceitos de natureza ideológica e teórica mais ao menos aprofundados. Conceitos de classe, que tornam inevitável a diferente apreciação dos acontecimentos.

É lícito que quem escreve História tenha já à partida uma apreciação geral, quando procede ao estudo e à escrita. Não é lícito que procure e cite, sem aferir a verdade, elementos que comprovem as suas anteriores apreciações. Tão-pouco lícito que omita, rejeite e combata elementos de verdade incontestável, que as contrariem.

É pecado de quem escreve História se a escreve com ideias feitas e definitivas, às quais submeta os acontecimentos e sua interpretação.

As ideias feitas conduzem a minimizar ou mesmo a silenciar acontecimentos por vezes determinantes e a sobrevalorizar, ao ponto de aparecerem como determinantes, outros acontecimentos, que na realidade pouco significam.

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