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Editora
Observações
| Colecção Minerva de Bolso n.º 12, Edição de 1972, 219 páginas.
Protecção exterior, removível, em plástico.
«Roger Vailland, antigo combatente da Resistência e um dos mais notáveis nomes das letras francesas contemporâneas, começou a escrever tarde, depois da Segunda Guerra Mundial, mas o seu primeiro romance Drôle de Jeu, valeu-lhe o Prix Interallié, em 1945 e a consagração quase instantânea.
Um Homem Só, embora integrado na série de romances sobre a Resistência, não é um romance de guerra - ou antes, é o romance da guerra aberta de um homem com a sua solidão e o ambiente em que definha e sufoca. Afastado do povo, sua origem, pelas tendências burguesas dos pais, não aceita a burguesia e não é aceite pelo povo. Isola-se, tenta viver à parte e alhear-se fos conflitos dos homens, mas os acontecimentos forçam-no a uma tomada de consciência e a aceitação dá-se através de um acto de coragem. A guerra terminou, mas a paz talvez lhe custe a vida. Um Homem Só é, antes de mais nada, um hino ao povo francês - a todos os povos de todos os países, afinal -, a exaltação do seu patriotismo, do seu espírito de sacrifício e do seu exemplo». | |
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