O TEMPO DOS ESPELHOS Saldo dos Comentários ao Livro/Vendedor: Neutro

Júlio Machado Vaz
Texto Editores
9789724731100
Português
Um
Como novo
O TEMPO DOS ESPELHOS
de Júlio Machado Vaz
ISBN: 9789724731100
Edição ou reimpressão: 04-2006
Editor: Texto Editores
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 228 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Classificação Temática: > Literatura > Memórias e Testemunhos

Exemplar em muito bom estado, como novo.
PREÇO: 5.00

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“Aqui, a vida assumiu um outro significado para mim. Cantelães é a estação de chegada, mas a viagem ainda não terminou, sacudi alguma da apatia que me vinha invadindo. Não cortei relações com o meu andarzinho do Porto, continuo a amá-lo, somos cúmplices há tantos anos! Mas em termos simbólicos esta casa representa um salto qualitativo – é um sonho que transformei em realidade e não perdi ou estraguei. Só posso dizer o mesmo dos meus filhos. Como eles, Cantelães é um estímulo. Já não para projectos vagos ou agitação frenética de workaholic. Para, a pouco e pouco, tentar viver mais em paz comigo e com o mundo. É um objectivo por definição inacabado, mas possível de ser perseguido.”
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“Pareço comovido... Nunca pensaram que utilizasse o verbo alucinar fora de um consultório... Os moinhos só se curvam nas palavras dos poetas... E será crime, por um momento, coxear humildemente no rasto do génio? A sua dele, não dos poetas.... crónica e lamentável confusão mental obrigam a uma contenção exagerada, que a lucidez e a recusa da lamechice não exigem. A clareza da análise implica uma sensibilidade que, sem falas modéstias, julgo possuir. Só a notaram quando deixei parênteses e itálico e lhe dei colo a à família???? Também vos ludibriou, o meliante. Com falinhas mansas fez de mim o chato que pôs o dedo, palavras e bisturi em cicatrizes dolorosas. Era necessário, repito-o. Por todas as razões acima invocadas e mais uma o tempo afunila. Vejo túnel ao fundo da luz, seria vantajoso que fizéssemos o resto do caminho em sã camaradagem. Não excluo sequer uma boa amizade. Bogart e Rains conseguiram-no em Casablanca e tudo parecia separá-los! A verdade é que estamos condenados a morrer e viver a duo.
Como agora, enquanto anoitece em Cantelães.”

Júlio Machado Vaz in O Tempo dos Espelhos



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