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| Autor(es)
Editora
Observações
| 2° Edição Agosto 2008
Poesia
96 Pag.
Pequena introdução :
Pensei, que em breves frases podia exprimir a minha terrível revolta.
Pus-me a escrever, essa revolta crescia, tremia, chorava e sorria dentro de mim, o que era?
Vontade de viver, morrer, parar, avançar ou gritar. Não sei.
É uma esfera, que nela tudo existe e na revolta fiquei, porque esta magnífica esfera não consegui transformar. Transformei sim, apenas as breves e simples frases em poemas que acabaram por preencher este livro.
Este evoca a minha existência numa linguagem vulgar, própria de quem carrega a saudade patrimonial.
Finalmente, com a moral de tentar mostrar onde pode existir o refúgio da esperança.
(A mínima dúvida contacte-me por favor).
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